A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 23/08/2020

No filme “Tempos Modernos”, de Charlie Chaplin, é retratada a realidade de trabalhadores de uma fábrica no período da revolução industrial, no qual os trabalhadores foram submetidos à longas horas de trabalho e pouca remuneração salarial. Dito isso, essa realidade ainda se faz presente nos dias atuais, visto que inúmeras profissões não possuem o devido e correto reconhecimento financeiro e em outras os superiores exploram os seus colaboradores de maneira extrema e desumana.

A Organização das Nações Unidas (ONU) criou a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com o intuito de tentar diminuir a exploração trabalhista no mundo, e de acordo com tal organização, no ano de 2017, cerca de 16 milhões de pessoas, somente do setor privado, estavam em situação de exploração de trabalho forçado no planeta, como trabalho doméstico, construção e agricultura. Essa realidade acompanha o mundo em grande escala e, apesar da sociedade global estar se modernizando, quanto mais ela se moderniza, mais pessoas são exploradas em grandes empresas e indústrias.

É notório que a exploração trabalhista se faz presente nos dias atuais, mesmo com uma sociedade mais evoluída, mais moderna, e mesmo com todos os esforços feitos por autoridades mundiais, ainda existem pessoas sendo mal remuneradas em suas profissões e tendo suas cargas horárias mal distribuídas. Logo, esses trabalhadores são prejudicados em vários âmbitos de suas vidas, como na saúde e na situação financeira, ou seja, perderam o direito de ter qualidade de vida, já que são explorados a todo momento.

Portanto, é de suma importância que os governos de cada país crie leis contra a exploração trabalhista e, façam as leis existentes atuarem de maneira efetiva em suas populações. Ademais, faz-se necessário a fiscalização governamental em empresas e indústrias, em todos os países do mundo, para que haja um controle da maneira em que se encontram a vida dos trabalhadores desses lugares.