A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 23/08/2020

Machado de Assis, em sua fase realista, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, percebem-se aspectos semelhantes no que tange à questão da mão de obra trabalhadora. Nesse contexto, tornam-se evidentes como causas dessa problemática a precarização, bem como o pouco caso para essa classe.

Karl Max e Mas Weber, por exemplo, explicam um pouco sobre isso. Karl Max tem uma ideia, que, para ser um humano, primeiramente tem que ser um trabalhador e economizar, ou seja, possuir um capital. Desse jeito, tendo sua existência e identidade feita pelo seu emprego. Não podendo ir ao parque, sair com amigos ou parceiros e só focar no seu trabalho, para ser alguém em uma sociedade. Essa sub existência perpetua até os dias de hoje.

Desde a primeira revolução industrial, os empregados viviam em uma situação de precariedade, muitos se feriam, comiam do lado das fornalhas de metalurgias. Como morriam no seu local de trabalho, foram criadas manifestações pedindo o direito ao trabalhador, que assim, demorou um tempo para entrar em vigor, assim conseguindo: diminuição do tempo dentro das empresas, melhores condições, entre outro. Mas até hoje, em alguns lugares ainda, é feito de maneira idêntica ao passado. As pessoas não tendo tempo de descanso necessário para ter uma boa saúde.

A fim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de determinados agentes implicados na exploração trabalhista. Portanto, o trabalhador deve ainda lutar pelos seus direitos, por intermédio de formas dinâmicas para fazer os serviços, com podendo ter três dias de trabalho. Como resultado dessa nova perspectiva, ocorrerá assim aproveitando a vida o melhor possível, além do desempenho no trabalho melhorar.