A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 21/08/2020

Na sociedade de hoje, a exploração dos trabalhadores ainda existe. Em uma economia configurada como neoliberal, Karl Marx definiu o conceito de valor agregado como a exploração do sistema capitalista do trabalhador, e esse conceito se tornou uma realidade. Então a busca por lucro, investimento e ideia uma meritocracia baseada no esforço exaustivo para o alcance dos objetivos individuais acaba por manter esse lucro para a classe trabalhadora, aumentando assim as disparidades sociais, dificultando a reversão dessa realidade.

Claro, mudar a situação atual do emprego é complicado. Afinal, o modelo econômico que prevaleceu desde o colapso da União Soviética é o capitalismo. Mas antes disso, na primeira revolução industrial, era composta de ideais Os liberais marcaram o uso do servidor. Longas horas de trabalho, insegurança, trabalho infantil e baixos salários são apenas alguns dos problemas enfrentados pela população inglesa do século XVIII. É impossível negar os abusos da economia que as empresas “brincam” e não há “juiz”.

Eventualmente a situação mudou, muitas leis trabalhistas foram implementadas e o empregado passou a ter direitos como o salário mínimo, certas horas de trabalho e carteira de trabalho assinada. No entanto, muitos desses direitos são relaxados. Bangladesh, por exemplo, está abusando da classe trabalhadora, querendo uma força de trabalho mais barata e, portanto, atraindo investimentos de outros países. Em outros países, entre os quais o Brasil é um deles, também há tolerância com as atividades neoliberais, o que obriga o Estado a agir o mínimo possível e a não ter controle adequado.

Portanto, é claro que o cenário do funcionário sempre foi problemático. Portanto, é imprescindível que o Ministério do Trabalho amplie as atribuições dos trabalhadores e fiscalize seu cumprimento com as empresas públicas e privadas. Essas empresas devem oferecer o melhor ambiente de trabalho, criando medidas coletivas de melhoria, sem abusar dos ideais mascarados pela meritocracia. Também é imperativo que os sindicatos ou a mídia conscientizem a classe trabalhadora de seus direitos e obrigações por meio de reuniões ou anúncios, demonstrando assim como é importante e democrático investigá-los.