A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 24/08/2020
Desde a época das revoluções indústrias os trabalhadores tinham uma grande carga horária de serviço e recebiam um baixo salário, muitos deles trabalhavam cerca de 14 a 16 horas por dia. No Brasil com o governo Vargas houve a criação das leis trabalhistas, na qual o máximo que o trabalhador pode trabalhar é 44 horas semanais. Porém a exploração trabalhista muitas das vezes é acarretada pela falta de formação acadêmica e o alto índice de desemprego.
Nos dias atuais a formação acadêmica faz com que você tenha destaque em meio os seus concorrentes. Esse fator faz com que as pessoa de maior formação consiga entrar mais facilmente no mercado de trabalho, e com isso consegue escolher qual lugar melhor se adequada no mercado de trabalho, e consequentemente trabalham com o que gostam e no tempo previsto pela lei.
No Brasil atualmente o índice de desemprego está muito alto o que acarreta na exploração trabalhista. Segundo o Instituto Brasileiro de geografia e estatística (IBGE), cerca de 12,9 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, esse fato faz com que os trabalhadores aceitem qualquer proposta de trabalho devido à necessidade de conseguir um emprego, portanto é visível que o desemprego agrava a exploração trabalhista.
Portanto é necessário que algumas medidas sejam tomadas, a fim de combater essa problemática. A fim de garantir que os cidades têm uma maior formação acadêmica seria de extrema importância que o governo juntamente com o ministério da educação oferecesse cursos técnicos gratuitos, além de criar mais oportunidades de empregos aqueles que mais necessitam. Para assim assegurar que as explorações trabalhistas acabem ou diminua.