A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 23/08/2020

É de conhecimento de geral que atualmente em nossa sociedade a exploração do trabalhador ainda existe. Assim, a busca lucro, investimento e a ideia de uma meritocracia baseado no esforço exaustivo para alcançar metas individuais acaba mantendo um proveito sobre a classe operária e isso faz com que aumente as diferenças sociais tornando difícil reverter essa realidade.

Mudar a situação capitalista torna-se complicado hoje em dia. A final, o modelo que prevalece é o capitalismo. Mas antes disso, na Primeira Revolução Industrial, montada por ideias liberais, já deixava marcado o aproveitamento do servidor. Muitas horas de trabalho, falta de segurança, baixos salários e o trabalho infantil são alguns dos problemas enfrentados pela população inglesa do século XVIII. É impossível negar o abuso de uma economia que as empresas “jogam” e não há um “juiz”.

Eventualmente, a situação mudou, muitas leis trabalhistas foram implantadas e o trabalhador passa a ter direitos como, salário mínimo, horas definidas de serviço e carteira assinada, por exemplo. Porém, muitas dessas leis são flexibilizadas.  Com a vontade de ter a mão de obra mais barata, e assim conseguir investimento de outros países, Bangladesh, por exemplo, abusa da classe trabalhadora.

Fica claro, portanto, que o cenário do trabalhador desde sempre é problemático. Sendo assim, é necessário que o Ministério do Trabalho amplie os direitos dos empregados e fiscalize o seu cumprimento por empresas públicas e privadas. Essas empresas precisam oferecer o melhor ambiente de trabalho criando medidas de melhoramento coletivo sem ideais abusivos mascarados por meritocracia. Bem como, é preciso que sindicados ou veículos midiáticos conscientize a classe trabalhadora sobre seus devidos direitos e deveres por meio de reuniões ou propagandas mostrando assim, como é importante e democrático reivindica-los.