A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 23/08/2020
Desde o início da Revolução Industrial, a classe trabalhadora vem sendo explorada a cada dia. O trabalhador é submetido a longas horas de trabalho exaustivo, o que pode abalar a sua saúde física e mental, para no final receber um salário indigno, idêntico ao que é exposto no filme “Tempos Modernos” de Charlie Chaplim, mostrando o quão cruel o sistema capitalista pode ser com ser humano.
É inegável que, dentro do capitalismo, as empresas estão mais preocupadas com o lucro do que para com o trabalhador, que deve trabalhar incessantemente para sobreviver. Através da globalização, o mercado consumidor cresceu absurdamente, o que fez a demanda de produção das empresas aumentar, fazendo-as produzir e lucrar mais, entretanto o trabalhador acaba por receber um salário medíocre, mesmo trabalhando exaustivamente por longas horas.
Deve ser destacado, também, as consequências que muitos trabalhadores sofrem com esta exploração, que podem acarretar em problemas físicos (lesão do esforço repetitivo, distúrbios osteomusculares, surdez intoxicações químicas) e mentais (estresse, ansiedade, síndrome do pânico e depressão). Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 20% dos funcionários ativos estão trabalhando sob forte pressão emocional, o que ocasiona os problemas citados anteriormente, resultando em queda na produtividade, absenteísmo e maiores taxas de contratação e demissão.
É de suma importância que o Estado, em conjunto com o Ministério do Trabalho, crie leis que punam (com prisões e multas) as empresas que exploram os seus empregados de maneira abusiva e deem melhores condições aos trabalhadores (como um salário dígino e um ambiente de trabalho adequado). Só assim será possível acabar com a exploração trabalhista, a qual esta presente na sociedade desde o século XVIII, período em que ocorreu a Primeira Revolução Industrial, e ainda perdura até os dias atuais.