A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 22/08/2020

O filósofo francês Sartre defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade do governo no que concerne à questão da exploração trabalhista na sociedade moderna. Dessa forma, observa-se que a exploração trabalhista na sociedade moderna reflete um cenário desafiador, seja em virtude do trabalho forçado em condições desumanas, seja pelas doenças físicas e psicológicas causadas pelo excesso de trabalho.

Sendo assim, o trabalho forçado em condições desumanas está atrelado a práticas irregulares por parte dos empregadores para com os empregados como jornadas exaustivas de trabalho, salários extremamente injustos e ambientes insalubres. Além disso, o sistema capitalista é selvagem em relação a exploração trabalhista uma vez que exige uma larga produção para manter os fins lucrativos privados, exigindo das empresas uma produção contínua e desenfreada.

Nesse sentido, o filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin retrata a vida dos trabalhadores durante a Revolução Industrial na qual eram submetidos a uma produção que visava apenas o lucro, não dando importância as condições físicas e psicológicas dos trabalhadores, situação presente na sociedade moderna mesmo com todas as leis trabalhistas já criadas. Somado a isso, há um alto índice de doenças e distúrbios causados pela repetição de movimentos, ansiedade, estresse, entre outros.

Logo, a fim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de  determinados agentes implicativos na exploração trabalhista na sociedade moderna. Portanto, a Organização Internacional do Trabalho deve fiscalizar os ambientes de trabalho como também garantir os direitos trabalhistas, por intermédio de operações com auditores fiscais de trabalho, com aplicações de multas quando necessário. Como resultado dessa nova perspectiva, ocorrerá o fim da exploração trabalhista.