A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 22/08/2020
Em 1943 foi sancionada por Getúlio Vargas a consolidação da lei trabalhista. Mas desde a Era moderna os trabalhadores eram submetidos a longas jornadas de trabalho exaustivo, além dos riscos que sofriam sem os equipamentos adequados, ganhavam pouco e trabalhavam muito. Isso acontecia principalmente por conta do grande número de desemprego e pela falta da mão de obra qualificada.
Estudos mostram que o menor valor mensal recebido, no levantamento que foi feito é de 375 reais, para entregadores que trabalham três horas diárias, e o maior foi 1.460 reais, para 14 horas trabalhadas. Muitos jovens procuram por trabalho, mas ás vagas são poucas, e isso se manifesta à medida que o cidadão, sem emprego, pela necessidade de conseguir renda, acaba por “abraçar” qualquer oportunidade de trabalho, mesmo que isso significa abrir mão de alguns de seus direitos.
Ademais esse é o caso, por exemplo, de grande parte dos ubers e entregadores de aplicativos de alimentação, os quais viram nessas atividades uma alternativa para o desemprego, e se submetem a grandes jornadas de trabalho, sem direito a férias, para obter seus sustento. Muitos são desvalorizados e não recebem o reconhecimento que deveriam ter, o que afeta diretamente o salário do empregado, sem falar os gastos por fora que eles devem ter.
Portanto, é necessário que o Ministério do Trabalho intervenha com medidas para que menos pessoas estejam desempregadas, e para que seja determinada um valor por hora trabalhada, sendo assim não irã ocorrer trabalho desvalorizado. Para isso, o Ministério da Justiça deve combater a exploração trabalhista, por meio da criação de novas leis que regulamentem as dinâmicas do mercado atual, com o intuito de assegurar os direitos do cidadão e do trabalhador.