A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 24/08/2020
O filósofo socialista Karl Marx tinha como essência a crença de que o trabalhador só se sente a vontade no se tempo de folga, porque o seu trabalho não é voluntário, é imposto, é trabalho forçado. Com isso torna-se inevitável a discussão sobre a exploração trabalhista na sociedade moderna, cujas principais causas encontram-se na falta de ciência coletiva acerca dos direitos trabalhistas e a negligência do governo sobre tais mazelas. Causas essas que refletem uma realidade preocupante no que diz respeito ao país.
Acerca do supracitado, é necessário acrescentar que desde a Segundo Revolução Industrial e o processo de formação das grandes cidades a partir do Êxodo Rural a sociedade mudou em todas as suas camadas. Trabalhadores eram obrigados a suportar jornadas de trabalho exorbitantes e trabalhar em locais sem saneamento básico por baixa remuneração. Ou seja, o avanço capitalista desenfreado tornou-se um agravador da exploração trabalhista.
Ainda na perspectiva dessa problemática, vale ressaltar que é garantido pelo Constituição Federal vigente o direito do trabalhador a boas condições de trabalho, ou seja, é dever do governo zelar pelo mesmo. Porém, as ferramentas necessárias para garantir a manutenção direito mostram-se ineficazes ou completamente obsoletas. Logo, não só a criação de projetos de conscientização, mas também a criação de novos mecanismos protetores são imprescindíveis.
Diante do exposto, torna-se evidente que acabar com a exploração trabalhista e criar uma sociedade justa é preciso adotar medidas. Para isso, cabe aos poderes Executivo e Legislativo em parceria com o Ministério da Educação trabalhar na criação de mecanismos e projetos transmitidos por emissoras de TV, como Globo e Record, a fim de garantir a criação de uma mentalidade coletiva de ciência acerca dos direitos trabalhistas. Somente assim poder-se-á criar uma sociedade onde o trabalhador se sente a vontade no trabalho segundo as crenças de Marx.