A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 23/08/2020
Fundador da escola francesa de sociologia, Émile Durkheim, em sua essência, acreditava que a sociedade era um organismo que funcionava como um corpo, onde cada orgão tem a sua função e depende do outro para sobreviver. Dessa forma, torna-se relevante discutir sobre a exploração trabalhista, uma vez que essa se torna uma problemática, tais como problemas de saúde física e mental.
Em primeiro lugar, os problemas de saúdes física e mental ainda são efeitos negativos da problemática em questão. Isso ocorre devido ao descaso diante da vida pessoal do empregado que, muitas vezes, deve ser esquecida dentro do ambiente de trabalho. Referências disso são informações divulgadas pelas mídias sócias como, por exemplo, o teste feito na Suécia com o intuito de avaliar se uma jornada de trabalho menor poderia diminuir o número de faltas por problemas de saúde. O teste obteve como resultado que mesmo diante da carga horária reduzida os trabalhadores acabavam cansados.
Ainda na perspectiva dessa problemática, 23% dos brasileiros sofrem com dores lombares, de acordo com a pesquisa “Dor no Brasil”, realizada pela Pfizer e conduzida pelo Ibope. Além disso, a dor nas costas é ainda considerada a mais prejudicial à atividade profissional para 42% dos entrevistados, segundo essa mesma pesquisa. Com os pedreiros, trabalhadores que carregam muito peso, ou até mesmo com babás, que ficam com uma criança no colo o dia todo, a realidade não é diferente e o esforço físico já faz parte do cotidiano.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o problema de exploração tralhista. O Ministério do Trabalho junto com as empresas trabalhistas devem dar uma atenção maior a saúde física e mental de seus empregados, a partir da contratação de profissionais da saúde, como psicólogos e médicos ortopedistas, a fim de promover uma melhor experiência no âmbito trabalhista e diminuir os danos acerca dos trabalhadores. Só assim, os servidores terão um emprego justo.