A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 23/08/2020
Durante a Revolução Industrial, a visível exploração trabalhista fez com que surgisse os movimentos em prol dos trabalhadores para que seus direitos fossem enfim conquistados. Em um Brasil contemporâneo, os direitos dos operários teve como marco a Consolidação das Leis Trabalhistas, em 1943. Porém, quase um século depois, em 2020, é fato que os empregados passam por situações de caráter explorativo, prejudiciais à saúde e convívio social desses, tornando necessária a busca por meios de combater a problemática.
Primeiramente, é viável compreender a situação global e nacional vivenciada em 2020. Com a pandemia do novo coronavírus, diversos países do mundo adotaram o sistema de trabalho em home office, onde o trabalho é executado pelo funcionário em sua própria resisdência, visando manter o fluxo produtivo em meio a quarentena. Porém, para suprir as necessidades empresariais à distância, a carga horária dos empregados aumentou sem que houvesse a devida remuneração, o que vai em caminho contrário aos direitos trabalhistas conquistados desde o governo de Getúlio Vargas, acontecendo, notoriamente, a exploração trabalhista.
Além disso, a falta de motoração das leis já existentes é algo que complica a situação vivenciada pelos trabalhadores. Sem o devido monitoriamento, empresas persistem no descumprimento das leis impostas, que visam o bem estar do funcionário. Com isso, o trabalho tornou-se um meio insalubre mental e fisicamente ao indivíduo, podendo atrapalhar, também, o seu convívio social devido a alta carga horária e o desgaste trazidos com o trabalho, sem dúvidas, explorativo.
Portanto, é de extrema importância o combate a exploração trabalhista na sociedade moderna. Para isso, os órgãos competentes e o Poder Legislativo devem não só buscar meios mais eficazes de monitoramento das leis vigentes (através de planilhas detalhadas e fiscalização mensal rígida) como também buscar a criação de leis que priorize e intensifique o bem do trabalhador, acabando, gradativamente, com a exploração no meio.