A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 22/08/2020
Na contemporaneidade, algumas empresas colocam seus objetivos de lucrar acima de tudo e, muitas vezes, prejudicam seus funcionários ou colocam-os em situações de exploração trabalhista. Contudo, mesmo que não pareça, o investimento em qualidade no espaço corporativo envolve custos mínimos se comparados à falta desse recurso. A exploração, o descumprimento de normas e de direitos dos trabalhadores prejudicam de forma significativa suas vidas, e podem causar danos irreparáveis.
Infelizmente, o uso trabalho de outras pessoas sem oferecer a elas uma compensação adequada, com um ambiente de trabalho precário e remunerações baixas ou inexistentes ainda ocorre no mundo atual. Tais situações são exemplos de exploração na área do trabalho e podem gerar sérios traumas. Nesse sentido, um exemplo claro é o dado da Organização Internacional para as Migrações (OIM), que aponta que em 2016, 40 milhões de pessoas foram vítimas da escravidão moderna globalmente.
Confúcio, pensador e filósofo chinês já dizia “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros.”. A partir disso, pode-se evidenciar a importância do combate ao crime da exploração e da escravidão moderna, com o fito de evitar novos erros, corrigir os já existentes e garantir qualidade de vida igualitária à todos os cidadãos do planeta. Ademais, visar o combate deste crime é uma forma de garantir a concretização do Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.”.
Portanto, é necessário que a Instituição Internacional do Trabalho (OIT) realize ações que busquem a implementação de leis rigorosas, que garantam a segurança e a qualidade de vida de todos os trabalhadores, por meio de delegações das normas a todos os países. Além disso, a realização de fiscalizações que monitorem o cumprimento de tais leis também é fundamental para sua eficácia, promovendo qualidade de vida e diminuindo as desigualdades sociais existentes.