A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 23/08/2020

Desde a Revolução Industrial na Inglaterra em XVIII, os trabalhadores das indústrias capitalistas sofrem com a exploração da mão de obra escrava que acarretam muitas horas trabalhadas, baixíssimos salários, condições de alojamentos precários, sem direito a férias ou remunerações. O grande impacto que essa geração trouxe para a modernidade, foram as lutas que milhares de trabalhadores tiveram para conquista seus direitos.

O Movimento Operário, foi uma forma encontrada pelos trabalhadores, afim de melhorar as condições de serviço. Consequentemente, surgiram conflitos entre os donos das fabricas e os operários, com isso diversas formas de repreensão sobre os explorados foram colocadas, tais como a substituição da força humana pela de maquinas nas fabricas, causando desemprego na sociedade.

No Brasil, casos envolvendo utilização de mão de obra análoga á escravidão, relacionadas há marcas de vestuário como Zara, Renner e Marisa, foram fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho ( que atualmente foi extinto pelo atual governo), com denuncias de trabalho infantil, local de trabalho degradantes e indícios de tráfico de pessoas, a maioria de funcionários imigrantes.

De acordo com a Legislação Penal Brasileira (conjunto de normas e regulamentos), Lei 10.803, de 2003, que inclui punições para a utilização de trabalho escravo, prevê pena de 2 a 8 anos de reclusão e, se os crimes forem cometidos contra crianças e jovens, as penas podem aumentar.

Portanto, a realidade dos trabalhadores brasileiros é instável. Para melhorar as relações de trabalho, o governo deve retorna com o Ministério do Trabalho para intervir, proteger e ampliar os direitos e interesses dos trabalhadores e monitorar o cumprimento desses direitos. As instituições públicas e privadas devem zelar pela saúde física e mental de seus funcionários e fornecer acompanhamento médico. Também é importante refletir sobre a sociedade e as necessidades de seus direitos que sejam preservados.