A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 23/08/2020

A partir do século XX com a globalização, a questão trabalhista ficou ainda mais restritiva e concorrida, ou seja, com a implantação de máquinas, as vagas para o mercado de trabalho diminuíram e esta são destinadas a uma mão de obra extremamente profissionalizada.Adiante, tal fato gera uma tendência para a informalização do emprego, sendo assim, trabalho sem carteira assinada, sem décimo terceiro, férias e entre outros.Desse modo, nota-se, na sociedade moderna, a exploração trabalhista  a qual é negativa, já que desrespeita os direitos humanos e colabora para intensificação da desigualdade social.   Em primeira análise, a Constituição Federal do Brasil, promulgada em 1988 e que está em vigor, prevê em um dos seus artigos que ninguém deve ser submetido a exploração. Todavia, tal prerrogativa legal não tem se reverberado com ênfase na prática, na medida em que é evidente o abuso ao funcionário, seja por muitas horas de expediente, por salários baixos e\ou pela falta de outros requisitos previstos nas leis trabalhistas.Consequentemente, o que acarreta inúmeros prejuízos à vítima, como um grande esgotamento tanto físico quanto mental.

Em segunda análise, com a Revolução Industrial, que transformou o método de produção britânico, houve uma exacerbada exploração da mão de obra, como de crianças, mulheres e idosos, que ficavam o dia inteiro nas fábricas, sem uma remuneração devida e pausas para descanso.Ademais, ao passar dos anos, observa-se que isso ainda persiste, uma vez que de acordo com o site “Brasil elpais” alguns indivíduos como os entregadores de mercadoria que chegam a trabalhar de 15 a 20 horas por dia, sem nenhum direito trabalhista.Logo, a questão é isso produz o agravamento da desigualdade social, visto que as oportunidades de um trabalho formal remunerado, frequentemente, são destinados a elite financeira e intelectual do país.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar o impasse. Dessa maneira, para que acabe a exploração trabalhista e se conceda os devidos direitos ao trabalhador, urge ao Ministério do Trabalho criar campanhas de fiscalização. Isso por meio de visitas às fábricas, com o auxílio de fiscais para averiguar se há a implantação dos requisitos fundamentais aos funcionários, com uma breve pesquisa sobre a remuneração do salário mínimo, das férias e dentre outros .Adicionalmente, com o objetivo de garantir uma maior igualdade em relação a vaga no mercado de trabalho, cabe ao Governo Estadual elaborar formas democráticas de acesso a elas, por meios de provas dinâmicas interativas, ou seja que não interfira apenas o conhecimento, mas a inteligência emocional, a comunicação e persuasão.