A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 02/09/2020

O filme tempos modernos dirigido por Charlie Chaplin, na década de 30, demonstra a rotina exaustiva dos funcionários no modo de produção fordista. Atualmente, a exploração trabalhista se perdura, tornando-se um assunto a ser discutido, seja para que essa questão não se perpetue, seja para promover uma mudança de comportamento da sociedade.

Primeiramente, levando-se em conta a teoria do corpo biológico do sociólogo Émile Durkheim, no qual a sociedade foi concebida como um organismo constituído de partes integradas e coesas, funcionando harmoniosamente. Nesse sentido, a atual exploração trabalhista rompe esse conceito de homeostase. Assim, a real transformação comportamental da sociedade somente será efetiva com coerência de todas as partes.

Ademais, ao colocar-se em pauta a alegoria da caverna, exposta pelo filósofo grego Platão, em que a alienação mostra-se presente no momento no qual os prisioneiros, já libertos, recusam-se a buscar a luz e, consequentemente, a verdade, logo, ignorar a exploração trabalhista é, também, contribuir para uma sociedade anômica.

Dessa forma, torna-se explícito que uma nação que desconsidera as leis de ofício está fadada ao ostracismo. Em síntese, enquanto tal fato não for exposto e compreendido, a mudança social não ocorrerá. Portanto, tendo em vista a importância de combater a exploração trabalhista contemporânea, é preciso que o governo, no seu papel executivo, promova a efetivação de leis que venha a favorecer o empregado, com constantes fiscalizações nas empresas, com intuito de sanar este problema, a fim de que esta questão não volte a assolar o país.