A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 10/09/2020

O desemprego no Brasil alcança aproximadamente 13 milhões de desempregados, segundo o jornal Folha de São Paulo. À medida que esse número cresce a informalidade segue na mesma direção, que em conjunto com a necessidade da população abre espaço para a diminuição ou a retirada total dos direitos trabalhistas. Logo, a exploração trabalhista na contemporaneidade está sendo abafada.

De acordo com Karl Marx, existe uma diferença no valor final da produção do trabalhador e sua remuneração, esse processo é a mais-valia. Em síntese, é possível analisar nos trabalhos como motoboye motorista de aplicativos em que o termo é ressaltado explicitamente, devido os custos de materiais serem dos empregados e também de não possuírem quaisquer direitos trabalhistas. Apesar de tanta responsabilidade o funcionário desses aplicativos recebem em média um salário mínimo, conforme pesquisa do jornal El- País.

Desse modo, a isenção da responsabilidade com os direitos mínimos do trabalhador não é apenas uma negligencia das empresas, mas sim uma estratégia de negócios com o objetivo de eliminar os custos jurídicos. Logo, essa medida oportunista com o silencio do Estado inflama cada vez mais a desigualdade social.

Fica evidente, portanto, que a falta de medidas do Governo Federal contra empresas que eximam-se dos direitos trabalhistas, coloca o povo brasileiro em situações de exploração. Diante desse cenário, é preciso que o poder executivo em parceria com o poder legislativo elaborem projetos de lei que resguardem os direitos do empregado e a ampliação da fiscalização. Para tanto, o Estado deve implementar restrições e multas contra as empresas, visando acabar com a exploração trabalhista no Brasil.