A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 23/10/2020

Segundo o sociológo Auguste Comte, a sociedade é composta por partes e eixos interdependentes entre si. Isso quer dizer que , por exemplo, um problema em uma dessas partes pode prejudicar toda a harmônia existente , pois elas existem de forma coadjuvante. Analogamente , no eixo social, a questão exploração trabalhista fere esse equilíbrio. Desse modo , convém analisar tal cenário, que ganha força devido a fatores de ordem econômica e política.

Primeiramente,cabe ressaltar que a problemática ainda persiste em razão do sistema capitalista vigente. Nesse meio de produção, conforme os filósofos Marx e Engels, o lucro é o objetivo maior , mesmo que forma injusta e irracional. Sob esse viés, as empresas tendem a explorar seus colaboradores com cargas horárias exorbitantes e baixas remunerações. Desse modo, os trabalhadores ficam reféns dessa situação.

Ademais , esse entrave ainda é uma realidade por conta da inércia governamental. Para o filósofo Friedrich Hegel, a função do Estado é propiciar melhores condições de vida aos seus filhos. Contudo, com a falta de um fiscalização efetiva, os trabalhadores não são amparados e defendidos de tal exploração. Assim, se por um lado existe um sistema opressor, por outro, o governo precisa agir para mudar isso .

Portanto, infere-se que medidas sejam tomadas para amenizar a problemática. Logo , o Ministério da Justiça, através do setor responsável pela justiça do trabalho, instituir uma fiscalização com agentes especializados. Nela , os juristas deverão identificar e punir as empresas que praticam tais ações , a fim de diminuir seus comportamentos exploratórios . Feito isso, será possível a construção de uma sociedade harmônica pelo ideal de Comte.