A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 02/11/2020

A exploração trabalhista na sociedade moderna está se tornando cada vez mais presente. Essa onda exploradora é vista de maneira proveitosa por alguns patrões que só tendem a lucrar, porém desvantajosa para subordinados que muitas vezes precisam dobrar a sua jornada de trabalho para conseguirem um salário simbólico. No filme “Que Horas Ela Volta?”, Val é uma empregada doméstica que trabalha integralmente na casa de uma família, cuja seu objetivo é trabalhar além da sua carga horária, para aumentar o baixo salário que recebe e enviá-lo a família.

Em primeiro lugar, é visível infelizmente, o elevado número de cidadãos que multiplicam suas cargas horárias de trabalho para conseguirem um salário maior que os sustentem. Prova disso, foi a pesquisa feita pelo site “Gazeta”, que registrou que mais de 57% da população trabalhista têm dois empregos ou praticam hora extra para atribuírem dinheiro a mais à sua remuneração.

Em segundo lugar, é perceptível o grande número de pessoas que recebem um salário injusto e são altamente prejudicadas por esse fator, pois muitas vezes é apenas desse pagamento que milhares de famílias se sustentam, ou seja quanto menor a remuneração do empregado, piores serão suas condições de se manter.

Dessa forma , conclui-se que a exploração trabalhista é um fator prejudicial aos cidadãos e cooperativo à maneira miserável do sustento de algumas famílias, portanto o Ministério do Trabalho em companhia com o Governo Federal deve por meio de uma reunião, impor à grandes empresas e à patrões de trabalhadores, que aumentem o salário de  seus contratados que possuam dependentes, para que eles não necessitem sacrificar-se em várias práticas de horas extras e trabalhar para mais de um emprego, fazendo  assim com que a exploração trabalhista encontrada em diferentes empregos acabe, e que simultaneamente os cidadãos trabalhem de maneiras favoráveis.