A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 08/11/2020
Abrindo as portas
Com a primeira revolução industrial, século XVIII, deu-se início ao trabalho remunerado, entretanto, dispunha de baixos salários e altas cargas horárias. O empregado, desde os primórdios da inserção do termo “trabalho” na sociedade, vem sendo explorado, tanto fisicamente quanto psicologicamente.
Atualmente, mesmo após a criação das leis trabalhistas, existem diversos trabalhadores que se submetem à serviços precários. Em uma pesquisa feita pela Associação Aliança Bike, constata que setenta e cinco por cento dos ciclistas de aplicativo ficam por até doze horas seguidas conectados, da mesma forma, cinquenta e sete por cento, destes, trabalham todos os dias semanas.
Além disso, o índice de desempregados está quase atingindo treze milhões de brasileiros, entre esses números, existem pessoas que aceitam serviços com condições precárias por falta de opção. De acordo com a pesquisa realizada pela Associação Aliança Bike, cinquenta e nove por cento dos entrevistados teve o desemprego como maior motivação para entrar nesse ramo, que tem um ganho médio mensal menor que o salário mínimo.
Em suma, é evidente que o abuso por parte do empregador persiste há séculos. Para uma melhora nas relações trabalhistas, cabe ao governo intervir e monitorar os cumprimentos das leis, por parte das empresas, sejam elas, privadas ou públicas. E desse modo, abrir as portas para os que necessitam, de uma forma humana, sem beneficiamentos para a empresa.