A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 09/11/2020
Com o estouro da revolução industrial, durante o século XIII, a forma de trabalho e consumo foram alteradas drasticamente. Desse modo, o capitalismo ganhou cada vez mais força no mundo, passando por várias fases, até tornar a sociedade extremamente consumista e materialista, como é atualmente. Todo esse processo capitalista, hoje, fomenta o consumismo desenfreado na sociedade, e isso força pessoas a trabalharem, em sua maioria da classe social de base, em empregos de grandes jornadas de trabalho, sem direitos trabalhistas e mal remunerados.
Sem dúvida, o mercado de trabalho especializado exigente da sociedade atual contribui para a exploração trabalhista no mundo, pois, pessoas menos favorecidas, que não conseguem acesso à educação de qualidade, são obrigadas a trabalharem em empregos mal remunerados e com horas de trabalho exploradoras, com o intuito de suprirem os seus desejos consumistas impostos, e desse modo, se tornam reféns do materialismo capitalista e da imobilidade social.
Além disso, a romantização, dos empregos autônomos dos aplicativos de celulares como por exemplo os motoristas de Uber e entregadores do iFood, também contribui para a exploração dos trabalhadores que acreditam em uma ilusão de terem um trabalho bem remunerado e independente, porém, esses trabalhos não passam de uma fantasia criada pela indústria capitalista para enriquecerem os donos dos meios de produção e ganharem mais mercado consumidor.
É imprescindível que, diante dos argumentos apresentados, o Estado deve criar programas, de formação técnica e especializada, públicos e de qualidade para as pessoas, principalmente em locais onde há concentração da população da classe social mais baixa. Com esse projeto desenvolvido, e inspirado na educação e especialização prestada pela Instituição SENAI, o mundo se tornará um lugar com mais empregados em trabalhos bem remunerados, mobilidade social e com direitos garantidos.