A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 04/12/2020

No filme Tempos Modernos, do ator e diretor Charles Chaplin, aborda a questão do ritmo e da maximização do trabalho nas fábricas em que o homem era um robô na empresa cuja produção é o modelo fordismo. Entretanto, ainda hoje no século XXI, apesar dos avanços das legislações trabalhistas em todo globo. Em vista disso, muitas corporações empresariais não cumprem as leis deixando o trabalhador jogado em péssimas condições de trabalho.

Por mais que, a primeira Revolução industrial trouxe um grande avanço das máquinas à vapor, ela deixou a desejar pelas condições insalubres no espaço de ofício da sociedade inglesa. Inclusive, as péssimas condições e a longa carga horária fizeram que os trabalhadores buscassem a se mobilizar para tratar sobre os assuntos pertinente ao trabalho, indo posteriormente formar uma consciência coletiva que reivindicaria  seus direitos como operários.

Por outro lado, nos dias atuais, no Brasil, trabalhos informais  e corporações descumprem as leis trabalhistas, se aproveitando da alta do desemprego e impondo elevadas horas de serviços ao trabalhador desinformado, sendo assim, passando a se aproveitar da situação e pagando um salário bem abaixo do mínimo que é proposto anualmente pelo governo federal. O filósofo alemão Karl Marx, por meio da Mais-Valia, critica esse patrão aproveitador que segundo o pensador “o que a classe operária produz a ela tudo pertence.” Sendo assim, o que o proletário produz para a empresa a maior parte pertence ao trabalhador e não a empresa.

Portanto, cabe ao Ministério do Trabalho e Sindicatos fiscalizarem as empresas de cada portes e setores. Tendo em vista que, assegurem a saúde e as condições de seus funcionários na legalidade prevista na CLT, com cumprimento rígido da carga horária de 8h e pagamento remunerados conforme previsto na Constituição Federal Cidadã de 1988, no artigo 7° que são direito todos os trabalhadores o soldo minimo.