A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 03/12/2020
Muito se tem discutido sobre a exploração trabalhista na sociedade moderna. De fato as grades hierárquicas nas empresas esporadicamente se tornam abusivas e restringem os direitos dos funcionários. Nesse contexto relativo cabe citar o filme “O diabo veste prada” onde a personagem Miranda é uma chefe que autoritária e desrespeitosa com sua secretária, ferindo assim os direitos trabalhistas da sua subordinada. Efetivamente o autoritarismo e a má fiscalização dos direitos trabalhistas abre precedentes para o menosprezo das leis que asseguram os trabalhadores.
Em primeira análise figuras políticas autoritárias estão reforçando diariamente a falta de justiça aos indivíduos que estão em lugares de menor poder na sociedade. Em verdade disso, de acordo com o dicionário da língua portuguesa a palavra autoritário vai ao encontro de uma pessoa violenta e arrogante, tal indivíduo não está buscando efetivamente constituir uma empresa fiel aos direitos da sociedade democrática em que estamos inclusos. Em decorrência das intensas ações autoritárias nas empresas há repercussões tanto psicológicas quanto de constrangimento por parte dos funcionários subordinados.
Ademais, a fiscalização do trabalho deve garantir o cumprimento, por parte das empresas, da legislação de proteção ao trabalhador. Realmente, de acordo com a Organização Mundial do Trabalho (OMT),em 2016 existiam cerca de 40 milhões de pessoas presas na escravidão moderna, esse número exorbitante vem crescendo ainda mais visto que a industrialização cria preceitos para a existência de trabalhos informais nos grandes centros industriais. No que diz respeito a exploração trabalhista é expressivo o uso de imigrantes ilegais, crianças e mulheres submetidas a mão de obra forçada já que muitas vezes o sistemas de proteção são negligentes e ineficazes com esses grupos.
Diante da perspectiva da escravidão moderna é, portanto, imprescindível a tomada de ações para amenizar tal problemática. Portanto cabe a Organização Mundial do Trabalho em conjunto com o poder público de cada região do mundo, fiscalizar e multar empresas que venham a desrespeitar as leis trabalhistas já promulgadas pela justiça. Por conseguinte para que a sociedade possa se intitular democrática todos os setores e funcionários devem ter direitos iguais e assegurados pelos recursos humanos de cada estabelecimento.