A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 03/12/2020
A exploração do trabalho tem uma longa história. Durante o período colonial brasileiro, a escravidão era considerada um trabalho exploratório comum, assim como na revolução industrial o excesso de trabalho, sem remuneração e segurança suficientes, era um trabalho exploratório. Na sociedade moderna, esse tipo de comportamento ainda existe, pois na cultura capitalista o lucro é o principal, independente do resto.
Segundo o filósofo Karl Marx, o trabalho é vendido como fonte de sobrevivência para quem tem os meios de produção. Portanto, o trabalho deve obedecê-lo e atingir as metas estabelecidas. Depois do trabalho, é necessário manter o lazer em casa. Os problemas de trabalho atrapalham a vida pessoal dos funcionários. Ele pode não receber um pagamento extra com isso, o que é considerado um “excelente sacrifício profissional”.
Além disso, como concebeu o sociólogo contemporâneo Bauman, vivemos em um ambiente fluido e incerto. Em suma, o trabalho é instável e não há garantia de segurança. Além disso, no mercado externo, ”Exército de reserva" para substituí-los. Em outras palavras, os trabalhadores são explorados por causa das necessidades e atendem aos requisitos por medo de serem substituídos. Nesse ritmo, podem ser ocasionadas doenças mentais, como ansiedade e depressão dos funcionários.
Portanto, diante dos fatos analisados, é imprescindível a tomada de providências. Em primeiro lugar, o Ministério do Trabalho deve reforçar a supervisão para garantir que o número de horas não seja excedido ou para garantir o pagamento de horas extras. Por outro lado, a empresa precisa investir na contratação de psicólogos para garantir a saúde mental dos funcionários e, finalmente, promover o cumprimento dos direitos dos trabalhadores por meio das redes de mídia para reduzir a exploração do trabalho moderno.