A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 04/12/2020

A exploração da mão de obra é perceptível desde a antiguidade, por exemplo, no Egito onde haviam escravos e péssimas condições de trabalho, pessoas eram compradas e vendidas como mercadorias. O mesmo veio acontecendo ao longo dos tempo até que chegamos na era moderna e na Revolução Industrial, séculos XVIII e XIX, o trabalho era em ambiente insalubre, baixos salários e grandes cargas horárias até para mulheres e crianças. Tal absurdo se mantém até os dias de hoje nos países subdesenvolvidos africanos, Índia e China principalmente.

A ONU tem em sua agenda para o ano de 2030 a erradicação da extrema pobreza e condições de trabalho decente para todos, é uma grande iniciativa que mostra consideração com os Direitos Humanos e a qualidade de vida das populações. Hoje em dia, a exploração de mão de obra se deve principalmente a grandes empresas que se instalam em países pobres para tirar vantagem da população, e que se contentam com o pouco que recebem. Nesse contexto, são criadas as péssimas condições de trabalho e os tratamentos desumanos quanto a vida da nossa sociedade capitalista.

Partindo de outro princípio, a exploração pode se dar pelas crises do sistema econômico que causam desemprego e colocam os trabalhadores como reféns da sociedade na qual, ficam expostos à marginalidade e à conformidade com quaisquer parâmetros de serviço. Além disso, eles põem suas vidas em risco para conseguir comida e alimentar suas famílias. Com a atual pandemia de corona vírus, os índices de desemprego e pobreza estão chegando ao seu auge, e indicam que se terá um retrocesso quanto às condições de trabalho no futuro.

É evidente, portanto, que há pelo mundo, um paradigma da exploração. Nessa conjuntura, cabe à ONU e a OIT(Organização Internacional do Trabalho), a implementação de grandes sansões quanto às empresas que criam esse caos social, e uso de satélites para identificação das mesmas, o dinheiro seria usado para indenização dos explorados, por danos morais.