A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 04/12/2020
Quando iniciou-se a revolução industrial, o trabalhador foi o que mais sofreu, já que lhe era atribuídos empregos em fábricas sem nenhum tipo de lei trabalhista, que acabava proporcionando a eles jornadas de trabalhos enormes e cansativas, além de um ambiente insalubre. Embora esse período tenha ocorrido há muito tempo, ainda existem profissões que são tão desvalorizadas quanto. O problema se estende desde a falta de valorização que tem-se pelos trabalhos domésticos, até falta de respeito com trabalhadores dos serviços básicos essenciais.
Primeiramente, cabe citar as empregadas domésticas, que trabalham todos os dias cuidando da residência de terceiros recebendo menos que um salário mínimo. Essa situação se dá pela nossa cultura que, de acordo com estudos sociológicos divulgados no site G1, baseai-a-se em valores de classe, nos quais apenas aqueles que possuem maiores rendas e trabalhos “mais respeitáveis” recebem valor, ainda que muitas das pessoas que menosprezam esse serviço, não viveriam sem alguém para cuidar de suas casas.
Em seguida, seguindo este contexto, entra a falta de respeito e educação com trabalhadores como garis e lixeiros, que além de dependerem de seus empregos para sobreviver, realizam um serviço de extrema importância. Há alguns anos, ao se serem profundamente subjugados, foi amplamente noticiada uma grande greve do serviço de coleta de lixo, e assim, em apenas um fim de semana a cidade de Belo Horizonte encontrou-se em uma triste situação, na qual as ruas de encheram das centenas de toneladas de lixo descartada nas ruas pela população.
Por fim, fica claro que uma mudança é necessária. Para que os trabalhos se tornem mais humanos, é possível que o governo, através do ministério da saúde garanta um maior salário e melhor ambiente para trabalhadores de serviço básico, que serviria para aumentar o valor dado para esse serviços, assim dando mais dignidade a essas pessoas.