A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 05/12/2020

A possível exploração do trabalho tem uma longa história. Durante o período colonial brasileiro, a escravidão era considerada um trabalho exploratório comum, enquanto na revolução industrial o excesso de trabalho, sem remuneração e segurança suficientes, era um trabalho exploratório. Na sociedade moderna, esse tipo de comportamento ainda existe, pense de outra forma, porque é na cultura capitalista, a busca do lucro primeiro.

Segundo o filósofo Karl Marx, o trabalho é vendido como fonte de sobrevivência para quem possui os meios de produção. Portanto, o trabalho deve obedecê-lo e atingir os objetivos traçados. Depois do trabalho, é necessário manter o lazer em casa. Os problemas de trabalho atrapalham a vida pessoal dos funcionários. Ele pode não receber um pagamento extra com isso, o que é considerado um “sacrifício por um trabalho excelente”.

Além disso, além disso, como concebeu o sociólogo contemporâneo Bauman, vivemos em um ambiente fluido, fluido e incerto. Em suma, o trabalho é instável e não há garantia de segurança. Além disso, no mercado externo, ” Reserve um exército "" para substituí-los. Em outras palavras, os trabalhadores são explorados por necessidade e atendem aos requisitos por medo de serem substituídos. Nesse ritmo, é possível desenvolver doenças mentais, como ansiedade e depressão do funcionário.

Portanto, diante dos fatos analisados, medidas devem ser tomadas. Em primeiro lugar, o Ministério do Trabalho reforça a fiscalização para garantir que o número de horas não seja ultrapassado ou para garantir o pagamento de horas extras. A empresa investe na contratação de psicólogos para garantir a saúde mental dos funcionários e, por fim, lança campanhas sobre os direitos dos trabalhadores nas redes de mídia.