A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 24/04/2021
Na década de 1930, foram criadas as leis trabalhistas, baseados no keynesianismo, e se espalharam por todo o mundo. Contudo, nas relações trabalhistas atuais, existe uma exploração devido aos novos métodos de trabalho que são diferentes e que há uma deterioração da saúde do trabalhador por causa dessa mudança.
Em primeira análise, percebe-se que devido as novas relações de interatividade, o trabalho mudou seus métodos. Dessa forma, algumas empresas têm jornadas exploratórias, em que os colaboradores acabam tendo serviços em casa ou acima da carga horária recomendada, o que é considerado um ato contra as leis atualmente, visto que cerca de 10% dos trabalhadores efetuam cargas de até 60 horas semanais, de acordo com a Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts. Portanto, fica evidente que essa é uma situação ruim e traz malefícios.
Além disso, jornadas repetitivas e de longo prazo acarretam em problemas de saúde. Dessa maneira, fica recorrente o aumento de casos de “doenças trabalhistas”, como a síndrome de burnout ou problemas motores, que fica perceptível, por exemplo, no filme “Tempos Modernos” de Charlie Chaplin, uma vez que seu personagem adquire tiques devido ao seu trabalho nas fábricas ser de estado deplorável. Por isso, fica claro que existe um problema no caso e que ele está presente atualmente.
Em síntese disso, é necessária uma tomada de ação. Logo, o Ministério do Trabalho, juntamente com o da saúde, devem promover maiores fiscalizações nas empresas para o fim da exploração, por meio de envio presencial de fiscal e uma planilha de monitoramento do funcionamento das empresas. Outrossim, devem promover leis que obriguem a colocação de uma ala de saúde nas sociedades, um fim de atender aos pretadores de serviços, com médicos e psicólogos. Evitando então, que tais doenças afetem essas pessoas e num curto prazo coloquem fim nessas práticas que se deterioram as relações.