A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 09/06/2021

Ao longo do processo histórico do trabalho, muitas foram as idas e vindas dos direitos, até se chegar à Constítuição Federal de 1988. Contudo, a vertente que nunca se foi, é a da exploração trabalhista, sendo notória desde as primeiras relações capitalistas de trabalho.

Em primeiro plano, entre os séculos XVIII e XIX, acontecia a Primeira Revolução Indústrial na Inglaterra, que marcou o ínicio das relações capitalistas de trabalho que chegou ao Brasil. Diante desse contexto, trabalhadores eram explorados com jornadas de 16 horas ao dia, em ambientes insalubres e sem a garatia de seus direitos. Essa análise, em conjunto com uma matéria do jornal ElPaís, onde mostra que os trabalhadores informais, de startups como Uber e Ifood, trabalham até 15 horas ao dia sem a garantia de seus direitos e segurança, por menos de um salário minímo, nos mostra que os entraves para o fim da exploração trabalhista pouco mudou até os dias de hoje, onde a camada mais vulnerável da sociedade segue sendo explorada.

Em contrapartida, a Constítuição Federal de 1988, assegura direitos trabalhistas como, jornada de trabalho de 8hrs ao dia, piso salarial e diminuição dos riscos do trabalho. Sendo eles garantidos igualmente à trabalhadores  permanentes ou avulsos.

Destarte, a exploração do trabalho é existente na conteporâniedade, mesmo havendo uma Constítuição vigente contra isso. Logo, cabe ao Governo Federal em conjunto com a Justiça do Trabalho, fiscalizar e aplicar as leis e direitos para os trabalhadores informais, que são a maior vítima da exploraçao trabalhista. Afim de mapear e extinguir a exploração do trabalho, para se fazer mito o trecho da música “A vida é um desafio” dos Racionais Mc’s que diz “500 anos de Brasil, e o Brasil que nada mudou”.