A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 09/08/2021
A Revolução Industrial foi uma das principais pioneiras na exploração trabalhista, os trabalhadores ingleses suportavam uma longa jornada de trabalho por salários baixos. Entretanto, a exploração ainda decorre-se de um fator hodierno, visto que, as relações profissionais não apresentaram evolução em benefícios aos empregados. Destarte, é notório que essa problemática atua como um obstáculo no afeiçoamento das relações familiares, como também no desenvolvimento nacional.
Primeiramente, enfatiza-se que o aumento da carga horária, prejudica proporcionalmente as relações familiares, na medida em que o tempo de dedicação á família é reduzido, afetando juntamente, a saúde mental. Segundo a OMS, o trabalho excessivo é responsável por 745 mil mortes por ano, subsequente ao estresse excedente, resultado de uma saúde mental afetada, e a ausência de suporte familiar. Desse modo, é indubitável a importância do equilíbrio.
Ademais, vale salientar também a escassez vivida por pessoas que recebem uma baixa renda, inerente a exploração industrial e comercial, fomentando a desigualdade social, sendo um empecilho para o impedimento do desenvolvimento social, como também nacional. O Brasil é o nono país com mais desigualdade no mundo, indica o IBGE, explicitando a falta de conscientização na divisão dos lucros comerciais e industriais. Nesse contexto, é evidente a necessidade de intervenção estatal.
Portanto, urge-se, da alteração desse cenário nefasto. Cabe ao Poder Legislativo, a efetivação de leis mais eficazes, onde estabelece limites e o mínimo de piso salarial, juntamente com a exigência de benefícios. Necessita-se também, do reforço das fiscalizações por meio do Poder Executivo, solicitar a obrigação de câmeras nos espaços profissionais, cumprir visitas periódicas, a fim de combater a exploração trabalhista, garantindo o bem-estar social no Brasil.