A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 31/08/2021
O protagonista do livro, “O Triste Fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, incessantemente acreditou no Brasil utópico. Todavia, uma exploração na sociedade moderna deixa o país ainda mais longe do sonho do visionário personagem. Nessa lógica, no que tange à questão do tema, note-se a configuração de um delicado problema, em virtude dos aspectos socioculturais e da desigualdade social.
Primeiramente, é preciso considerar uma mentalidade coletiva. conforme o conceito de normatização, de Michel Foucault, há, na sociedade, a tendência de comportamento sem a devida reflexão crítica dessa conduta. Sob essa perspectiva, quando se analisa à questão exploração trabalhista, verifica-se a falta de deliberação minuciosa sobre o assunto intensifica o revez, visto que essa problemática vai contra a igualdade constitucional.
Ademais, deve se destacar uma injustiça social, como resultante do tema. De acordo com Rousseau, na obra “Contrato Social”, cabe ao estado viabilizar ações que garantem o bem-estar de todos. Entretanto, percebe-se que a exploração trabalhista rompe com as ideias do filósofo iluminista, uma vez que os trabalhadores são tratados como máquinas de gerar dinheiro. Assim, Vê se a importância do estado na resolução do porém.
Portanto, cabe ao Governo Federal, responsável pelos interesses da administração Federal em todo o território nacional, através de uma nova legislação sobre o tema, uma garantia de que os trabalhadores brasileiros sejam devidamente respeitados. Dessa forma, tal medida tem como reduzir a desigualdade social.