A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 28/10/2021

Cansaço, falta de consciência coletiva, ansiedade, depressão. Essa é a característica emocional da maioria dos trabalhadores da sociedade contemporânea. O sistema capitalista é bárbaro, especialmente em termos de exploração do trabalho. No entanto, essa utilização geralmente não é considerada o caso. Além disso, percebe-se que a saúde mental dos colaboradores não é considerada prioritária, o que pode levar a situações extremas como o suicídio. O filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin retrata a situação dos trabalhadores frente à Revolução Industrial. Neste caso, eles aceitam uma forma de produção com o lucro como único objetivo, independentemente de qual seja a condição física e mental dos trabalhadores. É inegável que esse trabalho é considerado eterno, pois mesmo que os direitos trabalhistas vigentes sejam mais efetivos, haja jornada de trabalho clara, licença remunerada etc., ainda existe o fantasma da exploração na relação de trabalho. Isso se manifesta nas horas extras não remuneradas, na falsa relação familiar entre a empregada doméstica e o patrão, a conexão sem fim com o trabalho, a “descoberta” do patrão e assim por diante. Além disso, é claro que existe uma hierarquia, onde o maior perdedor é o elo mais fraco da relação - o trabalhador. Outro ponto relacionado que deve ser destacado é o descaso com a saúde mental dos funcionários. Não importa se uma pessoa tem problemas pessoais, familiares ou financeiros, o que importa é que isso aconteça. Nesse sentido, cada vez mais os casos de depressão têm aumentado e, se não for tratada, fará com que os indivíduos desistam de suas vidas. Além disso, devemos enfatizar o discurso empreendedor, sugerindo que os trabalhadores usam a maior parte de seu tempo para produzir, a partir do pensamento elitista de “quem quer ser quem”. Como resultado, as relações familiares são abaladas, surgem problemas de saúde porque geralmente não há tempo para comer e dormir, e os indivíduos perdem a empatia, porque, como disse Maquiavel, “o fim prova o meio”, e muitas vezes o meio para o sucesso é transcenda o sentido de coletivo. Portanto, fica claro que a cena do trabalhador sempre foi problemática. A fim de melhorar as relações pessoais e de trabalho, o governo deve intervir, proteger e expandir os direitos e interesses dos trabalhadores e supervisionar a realização desses direitos. As instituições públicas e privadas são responsáveis pela saúde física e mental dos colaboradores, prestando assistência médica e psicológica. Também é imprescindível que a sociedade reflita e exija seus direitos.