A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 02/09/2021

É ,de fato, incontestável que o trabalho é o motor da sociedade. O filósofo e sociólogo alemão Karl Marx descreveu o trabalho com com base no contexto de sua época, onde a exploração do trabalho crescia pregressivamente conforme a demanda das forças de produção nas indústrias. De semelhante modo, a exploração trabalhista se encontra na sociedade atual e, no Brasil, muitos trabalhadores se encontram em condições precárias de subsistência.

Dentre os inúmeros motivos que levaram a uma acentuada exploração trabalhista na metade do século XIX, grande percentual deles ainda prevalece como grandes geradores dos maiores problemas no sistema de trabalho contemporâneo. Dentre eles, o conceito de mais-valia; o lucro obtido pelas empresas ou indústria sobre elevadas cargas horárias de trabalhadores, é um mecanismo explorador que se percebe claramente entre funcionários de aplicativos de “entrega” (Delivery) no Brasil que geralmente representam empresas alimentícias, como exemplo o Ifood, no qual grande parte dos funcionários representam as classes mais baixas do meio social.

Assim como a exploração atinge grande parte desse meio de trabalho, as condições precárias de subsistência dos empregados cresce uma vez que trabalham insatisfatóriamente, de maneira desorganizada, sem equipamentos necessários e   sem receber o salário adequado às condições adversas que muitos trabalhadores suportam. Em vista disso, muitos destes funcionários dependem do próprio salário adquirido para comprar bolsas térmicas de  carregamento de alimentos, meios de transporte, em geral bicicletas usadas em longas entregas de alimentos, e muitas vezes situações desfavoráveis de clima e tempo interferem em suas atividades. Sendo assim, a maneira como exercem suas funções esta regida sob precariedades impostas pela exploração das empresas de entrega.

Desta forma, em um mundo capitalista regido pelos interesses individualistas da sociedade e do sistema, o trabalhador é explorado sob condições precárias de subsistência. É preciso uma atitude reestruturadora e investigadora do Ministério Nacional do Trabalho e da Organização Internacional do trabalho nesta questão, impondo novos apoios, garantindo o sustento essencial e fiscalizando a exploração abusiva de trabalho que muitos funcionários, principalmente os quais representam aplicativos de entrega, estão alienados garantindo a mais-valia às grandes empresas que os contrataram.