A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 07/10/2021
“Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da Nação”. O trecho da música “Que país é esse” é reflexo do século XXI, tendo em vista que a maioria das temáticas que envolvem os direitos fundamentais do ser humano ainda são feridos com o discurso de proteger a ordem política nacional. Logo, cabe a reflexão em torno da exploração do trabalhocom ênfase na inércia do Estado e em condições ineficazes.
Inicialmente, a Constituição Federal de 1988, promulgada com base nos Direitos Humanos, prevê, como garantia fundamental, o direito à igualdade. Contudo, o próprio Poder Estatal, pela falta de políticas públicas, agride a legislação. Embora, esteja na Carta Magna- os direitos trabalhistas, ainda é possível ver que as pessoas estão sendo exploradas no trabalho . Logo, percebe- se que essa negligência governamental representa uma das causas do problema.
É fundamental, ainda hoje, salientar que Conforme Zygmunt Bauman, grande filósofo e sociólogo polaco, a inexistência de equidade nas relações econômicas, fomenta excessivamente a escassez do labor, peculiaridade da “modernidade líquida ”. Diante de tal contexto, é visto em excesso principalmente no Estado de São Paulo, que Paraguaios, Bolivianos e Chilenos trabalham longas horas na oficina de costura, na busca de uma vida melhor. Portanto, se vê que a desigualdade é gritante nesses ambientes periféricos.
Diante dos argumentos supracitados, são necessárias medidas para amenizar essa problemática. Para isso, o Ministério do Trabalho deve promover, nas redes sociais oportunidades de emprego, por meio de verbas da União, expandir o maior número de empresas, para que assim haja mais operários. Além disso, é necessário que as Escolas, em parceria com as Mídias e profissionais especializados, promovam palestras incentivando a importância da Educação pois isso muda a realidade da sociedade. Logo, a exploração do trabalho será intermediado no século XXI.