A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 11/02/2022
Na América Latina desde de muito cedo sofreu com o trabalho escravo, que perdurou por muitos anos de sua história, influenciando as ideias do que pe o trabalho. Ainda em tempos modernos, a mentalidade escravista não foi totalmente retirada da mente da população, principalmente da alta classe do país, que busca na maioria das vezes a maior quantidade de lucro, que se amparam em países subdesenvolvidos com muita mão de obra. Nessa perspectiva, fica evidente que a exploração trabalhista na sociedade atual não tem ideais novos, mas sim novos métodos de agir.
Em primeira análise, deve-se saber que a globalização ajudou muitos avanços para a sociedade, todavia, não auxiliou a vida dos trabalhores em países subdesenvolvidos. Visto que, países desenvolvidos buscam países subdesenvolvidos que possuam uma grande mão de obra não especializada, como indicado no site “brasilescola.uol”, para investir suas empresas, as quais visam o lucro. Em vista disto, analiza-se a ideia escravista que ainda perdura na sociedade atual que o bem-estar do trabalhador não é um valor que se precise pagar.
Em segunda análise, pode-se perceber que a exploração do trabalhador pode não vir so do exterior, mas também de dentro do país com subempregos ou empregos não amparados pela legislação do país. Na Cidade de São Paulo, no Brasil, se tem um exemplo de um trabalho que fere a legislação trabalhista, os entregadores de aplicativo, que podem trabalhar 24 horas nos 7 dias da semana e ganhar um salário abaixo do mínimo previsto pela lei, como indica o site “brasil.elpais.com”. A existência de empregos como esse reforçam a ideia de exploração do trabalhador, que se submete a subempregos, numa busca de sobreviver a uma crise econômica.
Em síntese, os países subdesenvolvidos e emergentes são os que mais sofrem da exploração trabalhista moderna. Logo, cabe a Oit, Organização Internacional do Trabalho, requesitar aos países que reforcem as leis trabalhistas, na próxima da assembleia da Onu, com o objetivo de atingir as metas de trabalho descente da Agenda 2030, na busca de uma sociedade mais justa e igualitária que o empregador e empregado tenham seus direitos e deveres respeitados.