A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 17/04/2022
Muito se discute acerca da exploração trabalhista na sociedade moderna devido a sua relevância. Durante a Primeira Revolução Industrial, era comum que os trabalhadores das fábricas fosses submetidos à condições precárias e à altas jornadas de trabalho, que eram de até dezesseis horas diárias. A partir desse contexto, não se pode hesitar- é imprescindível compreender os impactos gerados pela temática.
A princípio, é preciso destacar que as grandes empresas sõa responsáveis por reforçar as condições de exploração, em função das suas altas demandas. Em 2021, a empresa Amazon foi alvo de denúncias de seus funcionários que alegavam longas horas de trabalho e proibição de realizar suas necessidades fisiológicas enquanto estivessem trabalhando. Em virtude disso, torna-se imperioso analisar atenciosamente as políticas trabalhistas das empresas multinacionais.
Ademais, também é necessário discutir sobre o aumento das condições análogas de trabalho, em consequência do processo de globalização. Por conta dos fluxos de transporte e informações, a busca de transnacionais e multinacionais por locais com mão de obra menos qualificada e, consequentemente, mais barata aumentou consideravelmente. Esse feito possibilitou o trabalho compulsório e mal remunerado em muitos países. Desse modo, nota-se as relações abusivas sujeitas à essas populações.
Tendo em vista os argumentos apresentados, é importante a adoção de medidas que contenham a exploração trabalhista. Dessa forma, cabe ao Ministério do Trabalho implementar regras básicas, como carga horária máxima e salário, por meio de leis trabalhistas, a fim de manter o bem-estar dos indivíduos no ambiente de trabalho. Somente assim, os trabalhadores não serão explorados como na Primeira Revolução Industrial.