A extinção de línguas indígenas no Brasil

Enviada em 30/09/2020

A constituição brasileira de 1988 garante a todo cidadão direito à vida. Todavia, os obstáculos sociopolíticos enfrentados em relação a  extinção de linguagens no Brasil dificultam o acesso a esse direito. Nessa perspectiva, os diversos fatores polêmicos como padrões socioculturais e preconceitos linguísticos se proliferam na sociedade motivados por questões políticas e sociais.

Antes de tudo, é preciso analisar as dimensões de bases políticas acerca dessa problemática. Desse modo, há falhas políticas de articulação da sociedade civil e do poder público. Nesse contexto, segundo a (FUNAI) Fundação Indígena do Índio - atualmente existem 225 indígenas no país, além de referências de 70 tribos vivendo em locais ainda não contatados, o que garante a perpetuação da língua nativa. Contudo, a má administração do poder público na educação indígena e logo preservação sociocultural necessários à sua reprodução social conforme os costumes e tradições.

Além disso, fatores sociais contribuem para a propagação desse problema. Questões como preconceito linguísticos, intolerância e desigualdade social são aspectos hostis da sociedade brasileira contemporânea. Dessa forma, muitas famílias indígenas não são protegidas conforme afirma os direitos humanos. Nesse sentido, a falta de educação e bem - estar se perpetua causando conflito e aceitação dos mais diversos povos indígenas, existentes no Brasil.

Infere-se, portanto, que para mudar esse cenário, é necessário que o governo unindo-se a FUNAI, enfatizem a importância dos direitos humanos e promova reflexões através de programas de integração social, para que sejam preparados para colaborarem com a civilização para que sejam dos índios através da capacitação e princípios sociais mais justos. Contudo, enquanto a língua indígena for subjugada, a cultura do país sofrerá retrocesso histórico cultural.