A extinção de línguas indígenas no Brasil
Enviada em 24/09/2020
O livro Macunaíma foi uma obra de Mário de Andrade que alimentou uma imagem pejorativa dos indígenas. Nesse sentido, o preconceito e a questão cultural indígena tornou-se mais um problema sem solução, até o presente. Tal estorvo causa o maior dos problemas sobre aculturação, devido à evolução do capitalismo no Brasil, que é a perca das línguas indígenas. Sendo assim, faz-se pertinente debater acerca da extinção das línguas indígenas no País.
A princípio é necessário avaliar o impacto na sociedade indígena, pelo fato da aculturação dessas comunidades ser exponencial para que posasse fomentar condutas viáveis para prevenção de tal problemática. Nesse sentido, convém que obras pejorativas como Macunaíma, entre outras, expondo uma imagem degradante dos indígenas, foram as maiores causas da crescente repulsa e xenofobia contra essa população, ocasionando a perca de identidade com a finalidade de inclusão social na sociedade advinda de descendência portuguesa.
Em seguida, convém expor que a extinção das línguas indígenas vem se agravando com a crescente influencia capitalista, em que a expropriação da língua e a cultura aborígene foi datada de extinção pela necessidade de adaptação dos povos para se comunicar com a sociedade brasileira. Segundo o mapa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, mostrou 190 línguas indígenas, sem 12 já extintas, além disso, esse estudo datou que o Brasil é o 3° país com o maior números de línguas ameaçadas. Assim, esses dados mostram o descaso governamental e a urgente necessidade de amenizar tal problemática.