A extinção de línguas indígenas no Brasil
Enviada em 02/10/2020
“Tinha uma pedra no meio do caminho”. Esse verso do poeta Carlos Drummond pode ser associado, metaforicamente, a uma temática atual, já que, em uma era de grandes avanços no Brasil, o linchamento virtual funciona como uma “pedra”, a qual dificulta o progresso do país. Logo, faz-se necessário discutir as causas e consequências dessa problemática, a fim de atenuá-la.
Em primeira análise, é importante salientar que as redes socias têm como característica a difusão de informações para todos os tipos de pessoa. Desse modo, nota-se que muitos indivíduos se sentem no direito de opinar quando não concordam com algo publicado por alguém, porém, quando essas críticas são desrespeitosas e agressivas, caracteriza-se como um linchamento virtual, uma vez que há uma mobilização para atacar a pessoa que postou. Essa atitude ocorre devido ao fato de muitos internautas acreditarem que não há limites na internet, e que eles não serão punidos como seriam se fizesse isso fora dela.
Em consequência disso, o cidadão que sofre o linchamento, além de correr riscos, por ameaças de morte e agressão física, por exemplo, pode desenvolver problemas psicológicos, como a depressão, devido as agressões verbais. Ademais, é notório que as pessoas que desenvolvem essa doença mental correm o risco de cometer suicídio, como foi o caso da protagonista da série “Os 13 Porquês”, que após ser hostilizada em seu colégio, desenvolveu depressão e se matou. Por isso, faz-se necessário modificar essa realidade brasileira.
Portanto, cabe ao Governo Federal criar uma campanha de conscientização sobre esse assunto para alunos do ensino médio, por meio de palestras com psicólogos para explicar essa problemática e a distribuição de cartilhas explicativas sobre o assunto. Tal projeto teria como finalidade fazer os alunos entenderem os riscos do linchamento virtual e serem empáticos com os receptores de suas mensagens/opiniões.