A extinção de línguas indígenas no Brasil

Enviada em 19/10/2020

Durante a formação cultural do Brasil, no período da colonização as tradições e culturas das populações locais -sociedade indígenas - foram sofrendo retaliadas pelos europeus fundamentados na mentalidade do darwinismo social. Dessa forma, essa realidade história influência até hoje a realidade brasileira de ausência de valorização dos índios, sendo o resultado da ineficiência do Estado na conservação da história e falta de valorização da cultura nacional.

Em primeira análise, a obra de Triste Fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto mostra-se por meio da ficção a tentativa de implementar uma valorização das características nacionais - o índio, a natureza e a implementação do idioma Tupi como língua oficial. Dessa forma, a arte reflete a triste realidade de baixa valorização da cultura local sendo alarmante por promover a extinção de tradições, culturas e idiomas que deveriam ser valorizado pela importância da composição da história do Brasil. Logo, esse triste cenário vivenciado pela a população que compõe a formação do país está sendo cada vez mais esquecida se não houver alteração das medidas de valorização da cultura e dos idiomas indígenas.

Em segunda análise, o sociólogo Carlos Tavares apresentou que a perda cultural indígena é bastante grave para a composição da sociedade, por promover a perda da identidade nacional e do legado histórico dos ancestrais. Assim, é lamentável a situação atual de negligência que se encontra o país por ausência de conservação nacional e pela forte ação da globalização que promoveu a massificação das populações. Com isso, é visível as fortes influências guiadas pela política global das empresas transnacionais que agravaram ainda mais a realidade no Brasil que não desenvolveu uma gestão de nacionalização e preservação história anteriormente.

Portanto, frente a essa necessidade de mitigar essa extinção da língua e tradição indígena é, urgente, a ação da figura Estatal para modificar essa triste e grave realidade. Cabe ao Estado promover a implantação de espaços culturais voltados para a história indígena e ensino dos idiomas das tribos, para ampliar os falantes da língua e preservar a história, com cursos gratuitos aos cidadãos brasileiros e população de outros países sobre as tradições das tribos das regionais. Para que essa nova atuação do Estado consiga amenizar as ameaças e reverter o abandono que provocou grande parte desse cenário vivenciado atualmente, assim, promovendo o turismo histórico e transformando essas atitudes de preservação nacional em uma forma de retribuição econômica nacional.