A extinção de línguas indígenas no Brasil

Enviada em 30/10/2020

A primeira geração do Romantismo brasileiro fez a criação de poesias destinadas aos índios que eram considerados heróis nacionais. No entanto, na contemporaneidade, os povos indígenas têm visões diferentes, mas suas línguas não são apenas ameaçadas pelo contato com outras culturas, mas também pela desvalorização do país.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que o relacionamento com diferentes culturas é um fator neste impasse. Além disso, com a chegada dos portugueses ao Brasil em 1500, os aspectos culturais dos colonos também entraram em cena, inclusive a fala. Portanto, a imposição do português nas línguas indígenas e o contato com os mecanismos culturais atuais (como a música e a televisão) despertam o interesse de jovens menos interessados ​​em aprender a língua de suas aldeias.

“Os defensores da demarcação costumam recorrer a argumentos históricos da dívida como um dos motivos para o estabelecimento de uma região a eles dedicada. Estima-se que existam atualmente 3 milhões de índios em 1500, ano da chegada dos portugueses à América do Sul. Território brasileiro - até então era todo o seu território. O processo de colonização e o contato com a civilização europeia levaram à extinção de muitos povos. Na década de 1950, a população indígena diminuiu para cerca de 70.000 pessoas.”

Portanto, não há dúvida de que a extinção das línguas indígenas é um obstáculo recorrente na sociedade. O Ministério da Educação e a FUNAI (Fundaição Nacional do Índio) cooperam para expressar a riqueza cultural dessas línguas por meio de vídeos explicativos, realizando cursos semanais em todas as aldeias existentes no Brasil. O projeto contará com a ajuda de profissionais capacitados (como professores) para preservar a língua indígena e despertar o interesse dos jovens índios. Porque somente seguindo ideais românticos e apreciando o valor dos índios, uma sociedade igualitária pode ser realizada.