A extinção de línguas indígenas no Brasil
Enviada em 03/11/2020
Pouco se tem discutido acerca da extinção de línguas indígenas no Brasil, tal qual segundo os dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Brasil é o terceiro país com o maior número de línguas ameaçadas. Como caracteriza o filosofo grego Aristóteles “ A cultura é o melhor conforto para a velhice”, bem como em uma visão antropológica, podemos definir como a rede de significados que dão sentido ao mundo que cerca um indivíduo, ou seja, a sociedade. Nesse sentido, essa eliminação linguística tem como causa o legado histórico e encontra espaço na sensação de severidade social.
Em uma primeira análise se faz importante ressaltar, que o contato com outras culturas, a idade avançada dos falantes e a falta de valorização dos povos indígenas influenciam para que as línguas acabem desaparecendo ao longo do processo histórico. Portanto Outro fator alarmante é a. O indivíduo que se encontra passando por um quadro depressivo necessita ser diagnosticado e acompanhado por um profissional da área psicológica e psiquiátrica, além de ser amparado pelas pessoas ao seu redor. Ademais, torna-se de grande importância a Campanha do Setembro Amarelo, que sobretudo busca alertar a população a respeito da realidade da prática no Brasil e no mundo e evitar um suicídio através de diálogos e discussões que abordem o problema.
Em vista dos fatos mencionados, faz-se imprescindível a discussão sobre as causas que levam os jovens brasileiros a optarem pelo suicídio. A priori, cabe ao Ministério da Educação expandir esse assunto dentro do ambiente escolar com maior frequência, a fim de desenvolver atividades ocupacionais como danças, leituras e esportes em busca de evitar e auxiliar crianças, jovens e adolescentes que infelizmente se encontram deprimidos e sem o apoio necessário da base familiar. Além do Ministério da Saúde elaborar palestras e propagandas de alcance social abordando a importância da Campanha do Setembro Amarelo, a qual preza pelo diálogo como uma forma de reverter pensamentos suicidas. Desse modo o Brasil deixará de ser os pais mais deprimido da América Latina, segundo dados publicados pela Organização Mundial da Saúde.