A extinção de línguas indígenas no Brasil

Enviada em 11/04/2021

Conforme a Constituição Federal de 1988, o estado deve  incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais. De maneira análoga a isso, a extinção de idiomas nativos é uma demonstração da ausência de interesse Federal. Nesse prisma, destacam-se: A exclusão dessas línguas na sociedade e as interferências culturais distintas na população indígena.

Em primeiro plano destaca-se o não incentivo de tais idiomas para a população. Desse modo, das 1,2 mil que existiam no período colônial, restam apenas 274 línguas nativas. Dessa forma, o contínuo descaso com tais culturas acarretará , demasiadamente, para tal advento; onde o que ainda há como representação cultural , pode vir a tornar-se inexistente.

Além disso, é notório a influência exterior nestas populações. Consoante a isso, segundo o sociólogo Betinho “Um país não muda pela sua economia , política e nem mesmo sua ciência; muda sim pela sua cultura”. Sendo assim, entende-se que o fator principal para a evolução de uma nação diz respeito à valorização cultural como mudança na estrutura no âmbito patriarcal.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham conter a extinção de línguas indígenas no Brasil. Por conseguinte, cabe ao Governo Federal, fazer a inclusão desses idiomas por meio de instituições públicas , a fim de que este patrimônio cultural venha a ser presente na sociedade contempôranea. Somente assim, a Constituição Federal passará a cumprir com vigor tal lei que promove para com o progresso da sociedade.