A extinção de línguas indígenas no Brasil

Enviada em 01/06/2021

“Construímos muitos muros e poucas pontes”. Essa afirmação do teólogo e cientista inglês, Isaac Newton, pode se encaixar perfeitamente no posicionamento atual da sociedade perante a extinção de linguas indígenas no Brasil, já que 12, dessas 190 línguas já foram extintas. Porquanto acontece pelo fato de que nossa sociedade brasileira não se importa em retomar nossas raízes. Deste modo, o contato com outras culturas e o esquecimento de nossa origem linguística se agrava cada vez mais.

Eventualmente, nossas escolas estão focando em ensinar crianças a aprender mais sobre outras culturas, línguas e valorização de outras nações, deixando assim, de aprender nossa própria história. Deste modo, faz-se necessário, a reestruturação de um ensino de qualidade sobre o passado  e cultura do povo brasileiro.

Ademais, o esquecimento de nossa origem linguítica se agrava drasticamente, da cerca de 1.300 línguas indígenas faladas na época de Pedro Alvares Cabral, apenas 270 ainda são vistas no Brasil.  É preciso que escolas resgatem lembranças de nossos povos, que professores estiguem em nossas crianças a aprender sobre a história de nossos antepassados, para que elas possam reviver nossas origens e assim, reestabelencer uma reeducação pedagógica sobre cultura, diversidade e direitos humanos.

Portanto, medidas são necessárias para que este impasse seja resolvido. O Ministério da Cultura, juntamento com o Ministério da Educação, devem trabalhar na busca de abrangência cultural para professores que, com um olhar mais crítico possam coompreender a importância do ensino sobre as línguas indígenas para seus alunos, e o quanto a desvalorização e o esquecimento pode ser desvantajoso para o futuro do Brasil.