A extinção de línguas indígenas no Brasil
Enviada em 18/11/2021
A Constituição de 1988 garante a proteção a todos os povos nativos do Brasil, seja ela por meios diversos – como cultura, saúde ou educação. No entanto, tal garantia é depurtada, visto que a extinção das linguas indígenas ainda é um problema atual. Diante dessa situação, é preciso discutir seus agravantes como à insuficiência de leis e também à negligência governamental.
Em primeira análise, é necessário frisar que o funcionamentos das leis é de suma importância, para que ocorra o devido respeito aos idiomas originários. De acordo com o educador Daniel Munduruku, o pertencimento do brasileiro junto ao dialeto nativo não é estimulado em seu processo de formação acadêmica. De maneira análoga, a falta dessa confraternização leva a uma despreocupação com a cultura indígena, isso é, de maneira explicita, representada no descumprimento dos regulamentos de proteção e reconhecimento. Assim, se impõe que o poder público haja perante a segurança das aldeias e centros ameaçados.
Ademais, é crúcial destacar que a falta de proteção governamental também colabora com esse cenário. Segundo a Unesco, mais de 2/3 das línguas nativas existentes estão em risco, sendo que mais de uma dezena já foram extintas. Diante de tal exposto, nota-se uma inegável inteferência, visto que o governo não tem de fato feito seu papel em assegurar políticas protetivas aos povos ameaçados de extinção. Logo, fica claro como a negligência do Estado assegura o continúo entrave a cerca do dialeto.
Portanto, é preciso que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Cabe ao Governo Federal - responsável por zelar e cuidar de todos os habitantes da república -, criar políticas de preservação da cultura, por meio de novas leis de incentivo à diversidade dos seus costumes e trajetos sociais. Com a finalidade de manter vivo todos os Brasis, inclusive o mais importante, o dos originários. Somente assim, será fato amenizado o cenário e a garantia do artigo 231º será efetivada.