A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 10/05/2021
Desde a Revolução Industrial, iniciada na Europa por volta dos séculos XVIII e XIX, o globo vem sofrendo as consequência das ações humanas. As indústrias passaram a produzir matérias prejudiciais ao planeta, causando impactos de curto a longo prazo. Além disso, a intensa urbanização, produção de lixo e as queimadas agravam o problema ambiental. Em uma pesquisa divulgada pela Global Forest Watch, o Brasil é considerado o país com mais queimadas em 2019, e ano passado, a situação só se agravou.
Por certo, a abundante emissão de gases tóxicos é considerada extremamente prejudicial ao planeta, uma vez que contribui para o aquecimento global, derretimento de geleiras e extinção de animais. Estes gases aceleram e intensificam o efeito estufa, criando rompimentos na atmosfera e prejudicando a saúde pública. De acordo com o Sistema de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), em 2018, o Brasil lançou na atmosfera cerca de 2,18 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (GtCO2e), considerado um dos gases mais prejudiciais ao globo.
Ademais, o drástico aumento do desmatamento e das queimadas são provas concretas da carência de consciência ambiental no Brasil. Desde o início de 2019, o Brasil passou a transformar-se no país que mais desmata, mesmo que no passado tenha sido o líder contra o desmatamento. De acordo com o Greenpeace Brasil, a Amazônia e o Pantanal registraram recordes de queimadas em setembro. O Pantanal registrou 5.966 focos de calor enquanto a Amazônia registrou 27.660 focos em vinte dias. Tais fatos expõem a vital importância da proteção ambiental, fator pouco presente no Brasil atual.
Mediante a isso, medidas devem ser tomadas para reduzir o impacto ambiental das ações humanas. O Congresso Nacional deveria impor leis e penas mais rígidas quanto à emissão de gases, a fim de tornar as empresas no Brasil mais sustentáveis. Somado a isso, o Ministério do Meio Ambiente deveria aumentar a fiscalização de queimadas e desmatamentos, para evitar o desaparecimento da fauna e flora dos maiores biomas brasileiros. Por conseguinte, o Ministério das Comunicações deveria criar campanha midiática para diminuir o consumismo. Com a aprovação governamental destas medidas, tal problema poderá ser superado.