A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 08/08/2021

O Novo Código Florestal, sancionado no ano de 2012, ampara as reservas e florestas tropicais para proteger esses ambientes do extrativismo ilegal e o desmatamento. Todavia, é bastante notório a inviabilidade da aplicação de preservação, pois muitos biomas e lugares ecológicos sofrem com a intervenção do homem. Assim, é lícito afirmar que o aumento contínuo da exploração ambiental no país gera várias vertentes significativas relacionadas a sua conscientização. Isso ocorre devido à falta de ações coletivas e à ausência de políticas públicas direcionadas para solucionar o impasses previstos.

Em primeira análise, evidencia-se que a escassez de práticas sociais para amenizar os impactos ambientais, viabiliza o processo de devastação. Isso acontece porque os estados e municípios não priorizam esse setor, como a separação correta do lixo residencial, a diminuição do consumo excessivo e a utilização constante de fontes não renováveis. Sob essa óptica, o filósofo Aristóteles afirma que a ética é uma virtude, ou seja, o indivíduo precisa rever suas ações, diante da vida e da natureza para conviver em harmônia com o ambiente. Consequentemente, a situação mencionada se repete diariamente, visto que a inserção de medidas sustentáveis são pouco utilizadas pela população.

Além disso, é imperativo pontuar que a insuficiência de políticas públicas corrobora negativamente para o retrocesso ambiental. Essa lógica é comprovada com a ausência de métodos eficientes em recuperar áreas afetadas, a falta de aplicabilidade das leis e o uso de mecanismos para conscientizar a sociedade por intermédio da educação. Contudo, a Constituição Federal de 1988 garante o direito de proteção e conservação do meio ambiente, entretanto, no hábito, essa veracidade é diferente, pois os desastres mostram-se cada vez mais evidente, como no caso de Mariana. Desse modo, demonstra o descaso e a negligência das autoridades  parlamentares. Logo, é substancial a mudança desse quadro.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para diminuir os problemas ambientais. Posto isto, cabe ao Ministério do Meio Ambiente lançar um projeto social, ao legitimar a separação adequada do lixo, voltada para facilitar a reciclagem nas cidades, por meio de palestras educativas para reduzir impactos negativos causados pela corporação, no intuito de promover modificação de comportamento , na busca de desenvolver um consumo consciente e sustentável,ao visar bem-estar coletivo e ambiental de um determinado local. Ademais, é preciso que o governo Federal coloque em rigor a Constituição ao criar um programa de monitoramento nas regiões de florestas e reservas para preservar esses lugares, mediante suas necessidades ecológicas, também é de suma importância de produzir um aplicativo para ensinar o cidadão a protejer e cuidar da natureza,na procura de erradicar os obstáculos originados pela comunidade. Sendo assim, o progresso do Novo Código Florestal se realizará.