A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 07/05/2021
A Revolução Industrial foi iniciada na segunda metade no século XVIII e passa por novos processos até hoje, trazendo inúmeras inovações tecnológicas ao mundo moderno, desde a ciência até economia e política. Nessa maneira, a cada era que se passa, a população aumenta, com isso, a demanda por produtos também, explorando cada vez mais os recursos naturais. Devido a isso, dada a crise ambietal que o país se encontra, é preciso evidenciar duas problemáticas, a negligência governamental, bem como a construção educacional brasileira.
A priori, o governo não é o causador dos problemas, mas a sua parcela de culpa, decorre da má atuação frente esses acontecimentos. Segundo a Constituição Federal de 1988, no artigo 225, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defênde-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Nessa perspetiva, a Carta Magna não está sendo devidamente cumprida, já que o país vive uma grave crise ambiental, e progressivamente, a Amazônia e o Pantanal, lares com as maiores biodiversidades do planeta, estão sendo agredidas, com queimadas, com agropecuária, extrativismo ilegal de madeira, etc. Esses biomas, influenciam no clima, na cultura e na economia do país, já que por exemplo, as grandes chuvas no eixo Sul, vem dos rios voadores formados no Norte.
Outrossim, o alicerce cultural nacional foi concebido no período colonial, onde exaurir todas as riquezas naturais para lucro era essencial. Os portugueses chegaram às terras brasileiras por volta de 1500, a Mata Atlântica, vegetação mais litorânea, foi muito degragada num intervalo de tempo curto, seja para extração do pau-brasil, ou construção de cidades. Hodiernamente, existem as altas taxas de dióxido de carbono(gás o efeito estufa), como também rios e lagos irreverssívelmente poluídos, ocasionando redução da qualidade de vida, diminuição da atração turística da cidade, etc.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar os entraves supracitados. Cabe ao Estado, no papel do Ministério do Meio Ambiente, a criação de políticas públicas mais eficientes e modernas(usando-se da aplicação da lei e da tecnologia), através da reformulação do pessoal destinado e fiscalização dos mesmos, a fim de aumentar o a atuação pública, ademais, cumprindo a CF/88. Destarte, é dever do Ministério da Educação, como gestor nacional da área, promover palestras e debates, com público alvo jovem e adulto, com intento de desconstruir essa base exloradora adquirida pela formação história nacional, substituindo por pensamentos sustentáeveis, auxiliando a comunidade e o meio ambiente.