A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 07/05/2021
Na sua obra “Utopia”, o autor inglês Thomas More, narra a construção de uma ilha imaginária, onde as mais diversas engrenagens sociais, agem de forma harmônica e eficaz para o bem coletivo. Fora dos interíns literários, no entanto, sob análise do cenário atual do Brasil, nota-se que o país distancia-se do sonho de alcançar tal máxima, refém da falta de consciência anbiental, que desarmoniza o ambiente, causando graves consequências.Assim, essa conjuntura tem bases não só na ausência de uma gestão político-ambiental, mas também na omissão social.Logo, é imperioso buscar medidas que remodelem essa situação desafiadora.
Em primeiro plano, os danos ambientais feitos em grandes escalas, necessitam de uma ação governamental de mesma proporção em agilidade e eficiência.Sob análise dessa perspectiva, a Constituição Cidadã em vigor no país, estabelece ao Poder Estatal, a função de garantir o bem estar a todos cidadãos.De forma contraditória, o que se observa é a ausência de políticas públicas, que inervenham sob a produção devastadora da pecuária e agricultura, que demandam de grandes áreas do território brasileiro.Por conseguinte, biomas utilizados para geração de bens e insumos, estão cada vez mais em riscos de extinção. Ademais, o Brasil, em suas relações internacionais prejudica-se, devido a incompatibilidade do discurso em relação aos seus parceiros- esses diferentemente,defendem o desenvolvimento sem destruição dos recursos naturais.
Em segundo plano, é de extrema importância a mobilização dos brasílicos diante do exposto. Dessa maneira, analisando a Terceira Lei de Newton, é possível depreender que para cada ação contra o corpo ecológico, haverá uma de mesma punjança contra a sociedade.A partir do pressuposto, grande parcela da população ao exercer o sufrágio, não recorre a informações sobre as políticas defendidas pelo o possíveis representantes, em relação a preservação da fauna e flora brasileira. Como resultado disso, são eleitos chefes de estado que negam a gravidade das formas de poluição- como principalmente: as queimadas para fins econômicos-, causadoras de danos irreversíveis no solo, devastantes dos animais da região e precurssora de doenças respiratórias.
Diante dos fatos supracitados, fa-se mister, redirecionar as políticas para uma desenvoltura nacional equilibrada.Portanto, convém ao Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimentos- o qual será possibilitado, por um alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias- ampliar a fiscalização das áreas devastadas, por meio da contratação, de equipes formadas por porfissionais possuintes do conhecimento das áreas permitidas para exploração, e seus limites- visando a não extinção dos patrimônios naturais e a diminuição da emissão de gases causadores de patalogias.