A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 11/05/2021

Nos séculos XVIII e XIX o mundo passou por uma intensa industrialização, principalmente na Inglaterra, com a Revolução Industrial, nesse contexto, a consciência ambiental era quase inexistente, visto que para muitos, os recursos naturais eram inesgotáveis. Em 1972 ocorreu a Conferência de Estocolmo, que debatia sobre a qualidade do meio em que viveriam as gerações futuras, finalmente dando maior valor à natureza, porém, não foi suficiente. No Brasil, um dos países com maior riqueza florestal do mundo, essa questão necessita de importância.

Apesar de o país contar com extensas e preservadas áreas naturais, que são mantidas principalmente em prol do turismo, como o parque PETAR, situado no Vale do Ribeira, interior de São Paulo, ainda se nota a devastadora marca do ser humano. A Mata Atlântica é um ótimo exemplo de descaso vivido no território brasileiro, restam apenas 12% da mata original, de acordo com dados da SOS Mata Atlântica, e é provável que, se o turismo não fosse tão lucrativo, ainda mais destruidor seria o desmatamento.

Atualmente há inúmeros ativistas ambientais que se prontificam a espalhar conscientização sobre esse tema, muitos deles acabam até mesmo sendo perseguidos. Uma mobilização maior de pessoas descontentes iniciou após as extensas queimadas que ocorreram na Floresta Amazônica entre 2019 e 2020, um bioma fundamental para a fauna e flora brasileira, além de lar para diversas tribos indígenas.

O governo não demonstra preocupação necessária para solucionar tais questões, apesar das comprovações, os líderes preferem fechar os olhos e negar a realidade. Cabe ao povo exigir tal proteção, disseminar conhecimento sobre ecologia, ensinar desde cedo às crianças a promoverem o cuidado com a mãe natureza, uma vez que é o futuro delas que está em jogo, a frase do Greenpeace nunca foi tão atual: “Só depois da última árvore derrubada, do último rio poluído, do último peixe morto, o homem irá perceber que dinheiro não se come.”