A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 13/07/2021

O Brasil possui uma extensa área de florestas, mas o aumento do número de focos de calor e queimadas em cerca de 107% no Pantanal e 38% na Amazônia, põe em risco a biodiversidade nacional. A consciência ambiental é essencial para preservar as florestas brasileiras, mas para isso, líderes políticos precisam reconhecer a proporção desse problema e suas repercussões nacionais e mundiais. Dessa forma, é preciso admitir que a preservação das florestas resulta na conservação de recursos vitais para os seres vivos no que se refere as necessidades biológicas e sociais. Ademais o uso sustentável desses recursos prevê a redução de gastos públicos com os desastres naturais que não recorrentes no Brasil.

A princípio, a preservação das florestas resulta minimamente na subsistência da flora e da fauna, dos recursos hídricos e daqueles geradores de renda e sustento para as famílias brasileiras, pois é o conjunto de ação e consequência que afeta a todos. No que diz respeito a essa preservação, a Constituição Federal prediz que é responsabilidade do governo combater a poluição e suas consequências, mas o que se observa é um desgoverno de inúmeros políticos frente as ações dos grileiros e agricultores, como agentes responsáveis pela devastação ambiental.

Por outro lado, a falta de noção coletiva da população, independente dos representantes políticos, tem resultado em focos de incêndio, aumento da emissão de gases nocivos para a atmosfera e para o sistema respiratório, desastres naturais como enchentes e desmoronamentos que são frequentes no Brasil. Contudo, é importante salientar que algumas dessas ações derivam-se da ausência de ações governamentais que desabonem as ações de impacto ambiental.

Nesse sentindo, cabe ao Ministério do Meio Ambiente estabelecer ações de fiscalização e punição dos responsáveis pela degradação e destruição da flora e fauna, para que os recursos naturais se renovem e permitam a perpetuação das espécies animais e humanas. Por outro lado, os agricultores em parceria com o Ministério da Agricultura devem pactuar ações que visem o uso inteligente do solo, com uso de fortificantes naturais, preservação do lençol freático e extinção dos focos de queimadas, para que ocorra perpetuação dos recursos para as próximas gerações.